terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

A TV não mostra as mansões dos ricos traficantes no Haiti


Na internet foi publicado um longo artigo, domingo passado, onde um jornalista de lingua inglesa denuncia um fato que todos conhecem,mas a mídia grande e cabotina esconde: a quantidade de mansões de narco-traficantes ligados à Colômbia que "embelezam" as partes mais altas de Port-of-Prince. O artigo chega a dizer que a economia daquela ilha resume-se aos dinheiro desses caras. E cadê a televisão, que sabe e não mostra ? Pena que não encontrei fotos dessas mansões - que devem ser super-cafonas. Fala Bill Clinton! Ou a sua fundação recebe money desse pessoal das drogas no Caribe ? Mas insisto: Cadê a TV ??????????????????????????????????? Sim: aquela moça que aparece em filmes, Angelina Jolie. Ô menina: já não basta de 'over exposure', de se expor tanto ? Tenha respeito pelo sofrimento dos outros; basta de marketing sórdido. Voce é outra a entrar na minha lista dos que eu não ver mais filmes.em que apareça. Por tabela e cumplicidade, o seu marido, o Pitta. O meu primeiríssimo na lista, desde quando jovem, é Charlton Heston, facista, e eterno presidente da American Rifle Association, que defende o tiroteio e que se continue a matar gente. Quem diria , a Angelina tem um pai que já foi bacana, o Jon Voight de Midnight Cowboy e de Coming Home, com a Jane Fonda. Como é que voce Jon, vai parir uma filha tão descarada ? Mas pai não tem muito a ver com filharada não. Cada um é um, e a genética ainda não provou transmissão de mau caratismo via DNA. Nas linhas verticais e horizontais da chamada família, a gente não escolhe; é fatalidade biológica. Namoro é o único caso que escolhemos. Portanto o Voight não tem nada a ver com a maluca da filha e muito menos com o genro. Mas cai fora do Haiti, menina de agência de "promoteur".

Esta é a arma. Voces gostam disso ?


Por favor esqueçam, deletem os nomes e as siglas. Não é nada "pessoal". Meu /nosso problema é com esta arma. Letal para os ouvidos e para a cultura. Eu,por exemplo, prefiro ouvir um frevo só no acústico. Frevo, ou frevos, já que muitas variações, é uma música muito bonita. Mas muito bonita mesmo, e às vezes tem algo de jazz. Mas o que se toca hoje... E o carnaval devia ser ciircunscrito, confinado a determinadas áreas da cidade. O Centro, e outras que não fossem residenciais e/ou que possuissem hospitais nas adjacências. Esssa coisa de em cada esquina um foco de carnaval é desrespeito. Confinar abertamente, não colocar em "campo de concentração" ( com licença do uso desta horrível palavra, porque tenho a maior reverência aos que lá faleceram ou sofreram), mas "separar" daqueles que não apreciam o péssimo gosto do carnaval de hoje. E tirem essas máquinas de estrondos das ruas e destruam-nas. Herança deturpada de Dôdô e Osmar dos passados tempos do bom carnaval da Bahia, hoje uma coisa lamentável. Fala Caetano, tu que gostas de tanto abrir a boca.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Poeminha a Salvador


Esta Salvador, Bahia, não é linda ?
Claro, sem haver a Ivete Sangalo.


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sábado, 6 de fevereiro de 2010

Parabéns aos que em casa ficam


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Opiniões sobre a morosidade da justiça


O Gilmar Mendes e o presidente da OAB, ambos estão equivocados no que afirmaram hoje sobre a lentidão da justiça brasileira. Não é um mito, como errou levianamente o Mendes, nem o problema para o fato real não é exigir mais trabalho em horas de expediente dos juízes, como também errou o Presidente da OAB. Perdeu-se oportunidade de ir na verdade da questão; o problema está nos nossos códigos que precisam ser reformulados com disposição séria e honesta, deixando antigos corporativismos de lado. Mas eles sabem do que eu estou falando. Só que não é do interesse das corporações deles ir na real causa desta coisa bizarra que é o direito no Brasil. Reformulem os códigos, os trâmites, o notarialismo, as burrocracias, a quantidade de recursos e de apelações, que a justiça brasileira vai melhorar bastante. Tirem Kafka dos nossos fóruns e juizados. E estabeleçam um controle mais accessívell sobre o nosso judiciário. Na França, por exemplo, não existe "O" poder judiciário; existe poder judiciário, mas ele é subordinado ao Executivo. Pode não ser por aí, foi só uma ilustração de como a engenharia dos famosos três poderes não tem que necessariamente existir em todos os lugares. A engenharia de Montesquieu já está ultrapassada na realidade atual e já faz tempo. OAB: use o seu grande poder e empurre as mudanças com seriedade e senso de consequencia de bem estar social. O cidadão não suporta mais o que está aí.

Equipe de House diagnostica situação do 3º mundo


O Doctor Chase (na imagem, lourinho bonito)da equipe de House, segunda-feira passada,data de um de fevereiro, comentando em reunião de
trabalho-tempestade cerebral para chegar a um diagnóstico de uma jovem negra com um quadro atrapalhadíssimo ( como sempre na série ) sentenciou: " Mas ela é de New Orleans, que é aquilo é terceiro mundo e a paciente deve estar cheia de fungo e outras coisas." Pois é assim, minha gente: tem terceiro mundo ( third world) nos EUA. E a categoria 3º é ainda usada, e deve ficar - quem sabe, para sempre na história do capitalismo.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A Mídia: para além das catástrofes


A imprensa em geral, quando há catástrofes, é pontual na sua função de registro e de relato. Mas empenha-se pouco - ou muito pouco - nas funções de conscientizar cidadãos e governantes para as causas efetivas e últimas que geram as catástrofes. Um motivo é bem óbvio : catástrofes e tragédias atraem audiencia, já que as audiencias foram habituadas a "apreciar" tais cenários e narrativas hiperdramatizadas, bem como foram habituadas a "apreciar" programações que apelam para as excentricidades, para os exageros, e para o "engraçado" fácil. Não há natureza "natural" para explicar estes "gostos". Gostos são criados por diversas vias de educação, de "habituação". Ninguém nasce com propensão a ser brega, por exemplo. Voltemos às catástrofes. Por que não 'filmar' os riscos de construções mal localizadas, a maioria delas por causa de falta de outros espaços; 'filmar' encostas já em processo de degradação geológica; e entrevistar com muito mais frequencia experts de órgãos técnicos e de universidades. Ouvir mais esse pessoal é extremamente importante, inclusive porque a sua grande maioria é competente e é independente. Vamos lá tevês, rádios, jornais e revistas: não fiquem esperando a barreira cair, nem as praias desaparecerem. Ou, pariodiando um gaiato conhecido meu, que só assiste corrida de fórmula um, por que espera o tempo todo por acidentes. Enquanto a corrida vai normal, ele acha uma chatice. Também......, as corridas não são bem transmitidas. Ou são chatas mesmo, como eu pessoalmente acho, atraindo público pelo fetiche que o automóvel ainda exerce na cabeça das pessoas